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Norival Sandi: mais de meio século dedicado a rádio em Jaú

Narrando jogos desde 1966, Norival Ailton Sandi tinha apenas 18 anos quando sua voz ficou conhecida pelas ondas do rádio. Hoje, aos 73, o jauense continua na ativa, na mesma emissora em que começou sua carreira.

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“Salve salve torcedor, o nosso abraço e o nosso carinho, estamos chegando no microfone líder de toda região central do Estado de São Paulo”.  É assim, com essa frase, que o narrador mais experiente da Rádio Jauense, começa as transmissões dos Jogos do XV de Jaú.

“A minha história na rádio jauense começa em 1967, são muito anos…só que em 1968 o time do XV estava licenciado da Federação Paulista de Futebol e consequentemente não tínhamos atividades em termos de narração esportiva. Nós exercíamos outras funções na emissora, até quem em 1969, logo após um incêndio que destruiu todas as dependências da rádio e que em menos de 4 horas nós retornamos ao ar, logo após o incêndio, alguns meses depois acabei deixando a cidade de Jaú para atuar em outra emissoras pertencentes a rede das emissoras coligadas, até então a maior rede de emissoras de todo território brasileiro” – conta Norival.

Norival entrevistando um jogador do Torino FC, time tradicional de Jaú que fez muito sucesso na década de 60.

AQUI E ALI

Foi em Jaú, na Rádio Jauense que tudo isso começou: “atuei como porta-voz de grandes cidades do interior dos estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Nessas andanças, vai aqui, vai ali…trabalhei em São José do Rio Preto, trabalhei em Araçatuba, trabalhei em diversas cidades e por volta do ano de 1986 acabei retornando pra região de Jaú e tão logo cheguei, fui contratado para transmitir futebol, transmitir o XV” – diz Norival.

O orgulho em fazer parte desse prefixo é tanto, que até os dias de hoje ele viaja com a equipe.

O narrador em uma das andanças pelo interior, junto com Vanthier Mantovanelli.

RELEMBRANDO A TRAJETÓRIA  

“Fiz o ano de 1986, depois por força de outras atividades profissionais que eu exercia, acabei me distanciando do microfone esportivo, até que por volta de 1994, eu retornei a Rádio Jauense, fiquei mais um período… até que em 2001, em definitivo e até os dias de hoje, eu tenho a oportunidade de estar presente transmitindo e narrar todos os jogos do nosso Galo da Comarca, o Esporte Clube XV de Novembro de Jaú.”

Problemas houveram e as dificuldades aconteceram, porém a superação, o dinamismo, a dedicação sempre foram marcantes: “com certeza sempre tem um probleminha nas transmissões: dificuldades para transmissão, problemas de linha telefônica, hoje o advento da internet, nós chegamos a ter até a oportunidade de estar presente em cidades que sequer tinham energia elétrica… sequer tinham cabines de transmissão, ou seja, tivemos que improvisar, mas tudo isso é marcante, é gostoso, é dignificante pra que a gente possa fazer o trabalho de levar as emoções para o público esportivo para aqueles que acompanham as transmissões do XV de Jaú” – relembra.

Estádio Leônidass Camarinha, em Santa Cruz do Rio Pardo.

UM SENHOR NARRADOR

Seja em Jaú ou não, ele e equipe composta por mais três radialistas já viajaram mais ou menos 3 mil quilômetros por ano, nas últimas temporadas.

“Nesse período de 2001, até os dias atuais, eu vivi fatos marcantes com o microfone esportivo da Rádio Jauense, relatando histórias maravilhosas na narração futebolística. Tivemos fatos memoráveis e marcantes, como em 2005, um fato frustrante, em que o time do XV jogava no estádio Zezinho Magalhães, precisava apenas e tão somente de um empate para poder subir A3 para série A2 e acabou perdendo nos acréscimos do jogo, perdendo para o Rio Claro por 2 X 1 e a desclassificação aconteceu, a permanência na série A3 foi uma realidade.”

Norival e Toninho Paraná em Limeira.

HISTÓRIA DE NARRADOR

“Em 2006 o XV precisava ganhar, o jogo foi fora dos domínios de Jaú, foi na cidade de Araraquara. A Ferroviária jogava pelo empate. E, a história se repetiu o visitante fez a festa, o XV derrotou a Ferroviária por 2 X 0 e ascendeu para a série A2. Depois disso disputou dois anos a série A2, caiu novamente para a série A3 até que caiu para essa fatídica divisão que é a segunda divisão, a série B, que o XV continua até hoje” – finaliza.


Histórias durante as jornadas esportivas não faltam. Além de histórias curiosas e engraçadas, tiveram passagens felizes e também tristes, mas fato é que o rádio segue sendo um veículo de massa e mexe com as emoções quando o assunto é futebol. Exercer a função de narrador esportivo é ser os olhos daqueles que não estão no estádio e também ser a voz para que eles possam acompanhar todos os lances da partida. Sendo assim, esta profissão pode ser considerada uma missão para poucos. Apenas para queles que, além de possuir um dom, possuem um enorme amor pelo esporte e pelo rádio.


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