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Colecionador de Jaú guarda mais de 250 discos em seu acervo

Esse conteúdo é um oferecimento da Imobiliária Jaú, empresa madrinha que apoia as boas notícias de Jaú.


Com a chegada das plataformas digitais o modo como consumimos música mudou. Não precisamos mais comprar uma mídia física como o vinil e o cd para conseguirmos ter acesso a um álbum musical, pois, qualquer lançamento hoje é instantâneo no mundo digital com apenas um clique.

Mas, se você acha que as mídias físicas morreram, se enganou. O mercado de vinil se reacendeu e vem crescendo mais e mais a cada ano em todo o mundo, se tornando além de um item de luxo, item de colecionador. Prova disso, são os artistas relançando seus álbuns em formato de vinil.

Conversamos com o colecionador jauense, André Luiz Cézar, de 23 anos, que desde 2010 começou a colecionar vinis, cds e fitas K7 buscando mais qualidade sonora, em uma época que baixar música na internet estava em alta, mas nem sempre o arquivo vinha com boa qualidade.

Sua coleção tem aproximadamente 250 itens. Amante de música pop, o primeiro álbum que ele mesmo comprou foi o “Oops!… I Did it Again’’ da cantora Britney Spears lançado em 2000.

André relata a dificuldade em achar lojas físicas no interior de SP, tendo que realizar as compras em lojas online, com preços mais salgados, além do frete.

Antes a pandemia ele costumava ir à sebos, (nome popular dado a lojas que compram, vendem e trocam produtos usados, como livros, revistas, cds, vinis, etc…), para garimpar álbuns antigos e raros. Seus itens mais raros são os lançados exclusivamente no Japão, como o EP ‘’Rain’’ da Madonna e edições limitadas como a fita K7 do álbum “… Baby One More Time’’ da Britney Spears.

Perguntado qual álbum ele tinha mais carinho, André disse:
“Gosto muito de todos que foram presentes em datas especiais, como por exemplo dois cds que ganhei de amigo secreto, e os que eu ganhava de presente de aniversário, como o vinil do álbum “True Blue” da Madonna, dado pelo meu pai, esses são guardados com muito carinho.’’

Questionado sobre o futuro das mídias físicas:
O consumo de mídia física voltou a crescer nos últimos anos, principalmente no formato de disco de vinil, porém para esse consumo voltar a crescer no Brasil pode levar um grande tempo, tendo em vista que a maioria dos discos de vinil são importados e o dólar/euro se encontram muito caros. No exterior seu consumo já é bem grande e vem aumentando aos poucos por aqui. Recentemente, depois de mais de 30 anos, a venda de discos de vinil ultrapassou a de cd.”

Foi-se o tempo que só tínhamos acesso a um álbum adquirindo a mídia física ou tendo que comprar um cd de novela apenas por uma música, hoje o acesso a música é imediato, mas, há quem goste de sentir o prazer em colecionar e ler o encarte com as letras ou apreciar a arte da capa de um disco, além de apoiar o trabalho de seus artistas favoritos…. O mercado de álbuns físicos está longe de morrer.


Esse conteúdo é um oferecimento da Imobiliária Jaú, empresa madrinha que apoia as boas notícias de Jaú

Fonte: Solutudo

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